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O que as culturas organizacionais do iFood, Amazon, Netflix e Google têm em comum?


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A cultura organizacional do iFood é baseada em quatro valores, que são:

  • empreendedorismo;

  • resultados;

  • inovação;

  • all together.


São esses pilares que dão direcionamento às atuações dos profissionais, aos seus comportamentos e tomadas de decisão.


Líder no mercado de delivery, o propósito do iFood com esses princípios é, em parceria com todos que formam o seu ecossistema, oferecer soluções que não se limitem a entregar comida para as pessoas.


A ideia é que a atuação da companhia também impacte positivamente a sociedade em que está inserida, como na diminuição da desigualdade social, no cuidado com o planeta, na educação, e em várias outras vertentes.


Não por menos, a empresa segue crescendo e se destacando, mesmo em cenários incertos como o gerado pela pandemia. De acordo com uma matéria do site Veja, a plataforma chegou à marca de 60 milhões de pedidos mensais, 270 mil restaurantes parceiros e 160 mil parceiros de entrega

Além disso, nesse mesmo ano, expandiu sua atuação para mais de 400 municípios brasileiros.


A cultura organizacional do iFood tem influência sobre esses números? Afirmamos com certeza que sim!


A cultura é e sempre foi um dos principais alicerces para a evolução da companhia, durante todo o seu crescimento. E não é de hoje que grandes empresas de tecnologia atribuem seu crescimento à uma cultura forte.


Grandes companhias internacionais como Amazon, Netflix e Google, que também servem de exemplo para negócios que estão em crescimento, têm em suas culturas diversos pontos em comum com a nossa foodtech brasileira.


Os pilares da cultura organizacional do iFood

Como dissemos, são quatro os pilares que formam a cultura organizacional do iFood. Seu objetivo com esses valores é criar um modo de atuação que represente, de maneira fiel, os propósitos e ideais da companhia, que são ser uma marca pioneira, disruptiva, tecnológica, transparente e diversificada.


Empreendedorismo

No iFood os funcionários e funcionárias — que são chamados carinhosamente de “FoodLovers” — têm liberdade para se comportarem como “donos” e “donas” da empresa.


Para isso, eles são incentivados a proporem melhorias constantemente, ainda que essas sugestões não façam parte diretamente do seu cargo ou da responsabilidade enquanto profissional.


Do ponto de vista da cultura organizacional do iFood, ter esse comportamento de proprietários (as) da empresa significa também ter autonomia na tomada de decisão, assumir riscos, ter responsabilidade, visão estratégia e ética.


Um dos pontos que se destaca ao assumirem essa postura é acreditar que a ideia lançada possa, realmente, causar impactos positivos tanto na empresa quanto no seu ecossistema e também no mundo.


Resultados

A própria empresa se define como “um time obcecado por resultados”. Mas tão importante quanto os números que podem ser alcançados, é a maneira como eles são alcançados e seus efeitos.


O que é fomentado para isso é que os FoodLovers busquem constantemente formas de evoluir, a fim de atingirem mais e melhores resultados. Por conta disso, a alta performance dos(as) profissionais, assim como um desenvolvimento constante, é encorajada, reconhecida e recompensada.


Inovação

O iFood não é apenas uma empresa que oferece um aplicativo de delivery de comida, mas, sim, uma Future Tech. Englobando soluções logísticas e financeiras, a companhia facilita e otimiza o dia a dia de clientes finais, estabelecimentos comerciais e entregadores.


Para isso, diferentes tecnologias e Inteligência Artificial para a construção e entrega de ferramentas inovadoras e disruptivas fazem parte da sua formação.


E no que se refere a esse modo de atuação aplicado à sua cultura organizacional, o objetivo da companhia é que seus FoodLovers sejam eternos curiosos, que pensem “fora da caixa”.


A ideia é que encontrem inovações que possam ser incorporadas ao ecossistema do iFood, sem se preocupar com qualquer questão limitante que, porventura, venha a impedir essa renovação e avanço.


A meta é agregar valor, ainda que seja um conceito ou uma proposta desafiadora.


All Together

Ainda, a companhia preza muito as vivências, histórias de vida e potencial de crescimento de cada FoodLover, e isso é aplicado desde o momento da contratação.


O principal objetivo com esse pilar da cultura organizacional da empresa é construir e manter um ambiente que seja favorável e benéfico a todos, com equidade de oportunidades.


Para atingir essa meta, o valor All Together do iFood abrange, valoriza e não abre mão de fundamentos como:

  • respeito a todas as individualidades, incluindo orientação sexual, credo, raça, gênero e idade;

  • respeito a pontos de vista diferentes;

  • momentos de bom humor para tornar as jornadas mais leves;

  • celebração de cada conquista.

Pontos em comum com outras culturas organizacionais

O Google é uma empresa que, entre os pilares que formam a sua cultura organizacional, estão a colaboração e a inovação.


Para que esses dois conceitos sejam atingidos, a companhia permite que seus funcionários dediquem 20% do seu tempo para criação e desenvolvimento de projetos que estejam alinhados com o seu modelo de negócio.


A gigante na oferta de produtos e prestações de serviços na internet acredita que essa abordagem aumenta o engajamento dos colaboradores, ao mesmo tempo em que ajuda a encontrar diferentes saídas para os mais variados problemas, o que leva à construção de novas soluções para o público.


Já a Amazon tem como base da sua cultura organizacional o que eles chamam de “princípio de liderança”. Entre os pontos em comum com as práticas adotadas pelo iFood estão:

  • a mentalidade de dono;

  • a busca por inovação;

  • a tomada de iniciativa;

  • a entrega de resultados.


Desses, podemos destacar a tomada de decisões que visam o crescimento da empresa, deixando de lado comportamentos como “essa não é minha responsabilidade”, ou “esse não é o meu trabalho”.


A Netflix, por sua vez, tem uma cultura corporativa que a própria companhia descreve como “surpreendente e incomum”.


Dos pilares em comum com os adotados pelo iFood, um que se destaca é o incentivo para que os (as) colaboradores tomem decisões de forma independente. O outro é que eles validam e fomentam a apresentação de ideias inovadoras, úteis para a empresa e para os clientes.


Para todas elas, a questão da liberdade com responsabilidade está muito presente, tendo como premissa a confiança para dar aos profissionais mais autonomia.


Steve Jobs, criador de outra gigante da tecnologia, já dizia:

“Não faz sentido contratar pessoas inteligentes e dizer a elas o que fazer; nós contratamos pessoas inteligentes para que elas nos digam o que fazer.”


5 dicas que podem melhorar a cultura organizacional do seu negócio

Tendo como base os parâmetros para a construção da cultura corporativa do iFood, e os pontos em comum que também são adotados por outras grandes empresas de tecnologia, você tem a chance de criar valores comportamentais bastante úteis para o seu negócio.


Para essa definição, nossas dicas são:

  • comece considerando o seu modelo de atuação, segmento e público-alvo, de modo que os princípios e orientações sejam compatíveis com o perfil dos seus clientes internos e externos;

  • se inspire em empresas de sucesso, mas nunca copie suas diretrizes, ainda que seja do mesmo segmento. Busque uma identidade própria, visto que cada contexto é único;

  • adote diretrizes que realmente colaborem com o futuro e com o crescimento da companhia;

  • considere como os times receberão essa definição e quanto isso pode afetar no desempenho dos (as) profissionais no dia a dia

  • pense sobre como a forma de atuar dos líderes e funcionários (as) podem afetar o relacionamento e a satisfação dos seus clientes.


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Redação | Movile Orbit